Seguir por e-mail

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Relações Familiares

Oi, pessoas queridas, quanto tempo não discutimos a relação por aqui. Desculpem-me, mas estava envolvida com outras atividades e acabei dando um tempo, mas com muitas saudades resolvi dar uma passadinha!

Final de ano chegando, me bateu aquela nostalgia, sabe, "do tempo em que eu era uma criança e pensava que a vida fosse um favo de mel", rsrsrs. Este período que antecede as festas, que vamos para as lojas comprar os presentes dos familiares, que ficamos planejando o que faremos nas vésperas e dias de Natal e Ano Novo, me fazem ter saudades da família, relembrar bons momentos, me sentir criança de novo. Até mesmo os acontecimentos ruins, como a morte do meu avô materno há uns anos atrás na véspera de ano novo, me fazem parar para refletir sobre o lado bom da vida, as experiências inesquecíveis que passamos juntos a esse grupo de pessoas tão especiais que é a FAMÍLIA.


A relação familiar é muito interessante, temos aquela família que Deus escolheu para nós: a dos nossos pais; a família que nós escolhemos: do marido/esposa; a família que constituímos: marido/mulher e filhos e a família que de repente descobrimos ter: dos amigos.

Cada família tem as suas peculiaridades, suas diferenças, mas algumas coisas todas tem em comum: tios que são como pais, primos que são como irmãos, sobrinhos que são como filhos; aquela pessoa que só aparece para filar a boia, aquele que faz a boia; aquele primo que não deixa você paquerar na boate e aquela prima que faz questão de ir com você a boate; um irmão birrento, um irmão travesso; aqueles que não esquecem o nosso aniversário, aqueles que confundem o nosso aniversário com os de outros parentes; tem também o colo da avó, do avô, dos avós dos primos que nem são seus avós; os tios que não são irmãos dos seus pais, mas que chamamos de tios; aqueles primos de 3º grau que são como de 1º; os parentes de outras cidades que só vemos no final de ano, que visitamos nas férias; aqueles que trazem a cerveja e os que tomam a nossa cerveja; aquele cunhado mala, mas que amamos; aquela cunhada que temos ciúmes; aqueles que adoram falar do passado e aqueles que fazem questão de esquecer; as discussões intermináveis que sabemos que não vão chegar a lugar algum; as crianças brigando pelos brinquedos, os adolescentes pelos paqueras e os adultos pelas lembranças de quando brigavam pelos brinquedos e pelos paqueras; um primo preferido, uma tia preferida; sogra, sogro e com eles aquelas piadas maldosas; amor, saudades; mentiras, verdades; brigas e reconciliações.

Assim são as famílias, adoram falar um do outro, mas odeiam quando um outro resolve falar delas. Amam os que são de sangue e aqueles que os de sangue trouxeram para fazer parte delas. Algumas são pequenas, outra médias e outras enormes. Algumas são calmas, outras são harmoniosas e outras adoram fazer festa. Quem tem reclama, quem não tem quer ter.

Família é bom demais, tem coisas boas e ruins, tem gente boa e gente ruim, tem chá da tarde, churrasco, tem com quem contar, tem diferenças e tem união.

Beijos... e boas relações familiares!!!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

As coisas tem o tamanho que damos a elas!

Olá, amigos, quanto tempo! Desculpem sumir, mas em cada momento da vida damos mais atenção a uma coisa do que a outra, não é? E neste, o blog não tem sido meu foco principal. Mas, continua sendo uma das minhas paixões e podem ter certeza, mesmo que sem muita frequência, continuarei dividindo aqui minhas opiniões, ideias e opiniões e ideias de outros que acredito valer a pena defender.

http://leianatela.blogspot.com/
Estes dias, estudando Viktor Emil Frankl, fundador da Terceira Escola Vienense de Psicoterapia: Análise Existencial ou Logoterapia, comecei a refletir sobre a diferença de resultados quando nos colocamos vítimas das condições que nos são impostas, convenientes com nosso destino, não respondemos as situações da vida de forma positiva e com "atitude", de quando nos posicionamos frente as condições, com ações que possam, mesmo que de forma pouco intensa, minimizar nosso sofrimento, nos trazer melhores oportunidades. Com certeza, os resultados são melhores quando percebemos que, por mais que as condições sejam impostas e que poucas chances temos de dar a volta por cima e vencer, mesmo assim, ainda somos responsáveis pelas nossas ações, e estas, por menores que possam parecer, fazem uma diferença muito grande diante de uma situação.

Para Frakl, o homem sempre será livre para escolher que atitude tomar diante da vida, por mais dura que ela seja, por mais difícil que ela se apresente, ainda assim, ele continuará sendo responsável por cada gesto, passo, ação, palavra que resolver realizar. Cada escolha implicará um caminho diferente e com consequências diferentes. Uma pessoa pode ter nascido cega, não escolheu ser assim (condição imposta), mas como vai viver com essa cegueira, se vai ficar em casa sendo cuidada e dependendo totalmente do outro, ou se vai aprender a lidar com sua dificuldade se tornando cada dia menos dependente, depederá de sua escolha, de sua vontade de ser mais do que uma vitima das circunstâncias.

Cada um é um, único e irreptível, como aborda Frankl, portanto veremos muitas e muitas formas de responder a mesma situação de vida, formas positivas, negativas e até indiferentes. Dizer qual a melhor delas é um pouco complicado, mas a melhor sempre será aquela que faz bem a você, as suas espectativas de vida, sem receitas; mas uma coisa é certa, o que você quer e o que faz diante disso é que vai gerar resultados. Sonhos e realizações, andam juntos, um completam o outro.

Para ilustrar, abaixo uma metáfora que o amigo querido Anderson Zambonato me enviou essa semana:

ONDE  VOCÊ  COLOCA  O  SAL ?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
-'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.
-'Ruim' - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
-'Beba um pouco dessa água'.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
-'Qual é o gosto?'
-'Bom!' disse o rapaz.
-'Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.
-'Não' disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-'A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.'

(Autor Desconhecido)

 Beijos...

 
 Referência:
FRANKL, Viktor E. Psicoterapia e Sentido da Vida: Fundamentos da Logoterapia e Análise Existêncial. 3ª Edição. Editora Quadrante: São Paulo, 1989.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Outro nas Nossas Decisões

http://diversao.terra.com.br/
Toda tomada de decisão, por mais simples que se apresente, gera um certo desconforto para ser concluída. Colocamos em questão as possíveis consequências, preferencialmente, aquelas que não são "boas". Por isso, acabamos dividindo nossas angustias com aqueles que confiamos, porque amamos ou porque são as pessoas mais especializadas no assunto em questão.

Mas... neste momento, em que contamos ao outro as nossas dúvidas e inseguranças frente a decisão, abrimos a "brecha" para que esse outro, dê a sua opinião, seja ela boa ou não. E aí... uma vez dada, essa opinião martela em nossa mente, como uma música de uma nota só, muitas vezes nos deixando mais confusos ainda.

Na verdade, quando buscamos a opinião do outro, é como se quisessemos apenas a confirmação da nossa própria opinião, e quando isso não ocorre, pronto... desmorona-se o mundo... e toda aquela, esperada coragem... desaparece de vez... e só sobra uma angustia ainda maior.

O outro tem um poder muito grande de influência em nossas vidas. Não se deixar levar pelas opiniões alheias não é fácil não, é preciso análise e determinação, mas principalmente, autoconfiança. A nossa intuição é mais certera do que qualquer outra opinião. Portanto, devemos ouvir as pessoas por suas experiências, mas deixar nossa intuição decidir.

Nunca deixe de seguir em frente porque outro não seguiria, pare por você, ou de preferência siga sempre em frente, mesmo que para isso você tenha que enfrentar obstáculos, mudar de caminho e Discutir Relações!!!

Para ilustrar, segue uma parábola muito linda:

O sonho de Svetlana

Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.

Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou:

"Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?" Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer seu alongamento em frente ao  espelho. Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.

"Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes", respondeu o Sr. Davidovitch. "Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!" Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder: "Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa."

Autor: Desconhecido

terça-feira, 26 de julho de 2011

Relação com a Vida

Sinceramente eu não gosto de "chover no molhado", muito menos de ficar "batendo na mesma tecla", mas não posso deixar de falar da morte de Amy Winehouse na madrugada do último sábado (23/07/2011); pois percebi que muito se discute com a relação que temos com o outro e muito pouco com a relação que temos com nós mesmos.

http://rebobine.wordpress.com/
O que levou Amy Winehouse a morte ninguém tem certeza, mas o caminho pelo qual ela passou até lá, todos nós sabemos!!!

A discussão aqui não é a Amy e nem sua morte, mas a relação com a vida. Qual a relação que temos com a nossa vida? O que temos feito para preservá-la, garantindo o direito de continuar vivendo?

Essa relação com a vida é simples e complexa ao mesmo tempo, pois da mesma forma que basta comer, beber, vestir e ter um lugar para morar, é necessário enfrentar os dilemas existenciais: ser ou não ser, ter ou não ter, ir ou não ir, fazer ou não fazer!

Acabamos sendo, tendo, indo e fazendo o que menos desagrada aos outros, o que menos causa problemas de convivência e o que menos faz efeitos prejudiciais ao mundo. Mas, e a nós, o que tudo isso causa?

A Relação com a Vida, precisa ser baseada em muito amor. Amor esse, que para se ter, primeiro foi preciso receber, dos pais, dos irmão, dos amigos... Amar não é só uma questão de valor, princípio... é preciso aprender a amar... e também envolve autoconhecimento, percepção e aceitação.

Muitos dizem que dinheiro não é tudo, eu diria, é quase nada... apenas um meio para se conseguir o que se quer, e mesmo com muito ainda corremos o risco de se querer algo que não se compra, como a felicidade.

Acredito que a Amy Winehouse descobriu isso cedo. Ela deve ter percebido que toda aquela fama e dinheiro não dariam a ela o amor, o amor a si mesma, e acabou se matando aos poucos. Sinto muito por isso, é claro, mas que sirva de lição a todos nós: a vida precisa de amor, do nosso amor, o resto são só conseqüências disso.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Relação de Primas

Família, com certeza é uma das coisas mais maravilhosas que existem na vida. Claro que existem problemas, diferenças e até desentendimentos, mas são só pequenos detalhes diante de tantas coisas boas.

Agora, a relação de primas em particular é a melhor... Desde de crianças aquele grude!



Sempre tendo histórias pra contar!


Dividindo as mesmas emoções!


Compartilhando segredos!


Disputando quem será a mais bonita da foto!


Curtindo os descendentes!


E é claro, fazendo arte!


Ah, como é boa a relação de primas!

Ter primas é ter com quem contar naquelas horas, boas e ruins... é fazer chá da tarde só pra poder colocar a fofoca em dia; é poder ter desculpa para sair do regime em plena segunda à noite naquele jantar gostoso da tia, rs... é poder deixar recadinhos no facebook, orkut, twitter... é esperar as fotos daquele dia tão gostoso que passamos juntas... é disputar o cargo da sobrinha preferida... é compartilhar, até as mesmas profissões, é sentir saudades... é relembrar daqueles dias que estão tão distantes nas nossas histórias, mas tão presentes em nossas lembranças... é fazer parte das formaturas, casamentos, batizados dos filhotes... é estar sempre perto, mesmo quando se está tão longe... é sentir muito quando percebemos que a vida nos levou para caminhos diferentes, mas sentir muito também, em saber que mesmo assim, ainda somos tão presentes... é amar sempre, sempre, sempre!!!

Espero ter por toda vida essa relação maravilhosa de primas.

Obs.: Infelizmente não tinha fotos de todas as minhas amadas primas, mas todas, sem exceções, estão inclusas nesse texto e no meu coração!

domingo, 17 de julho de 2011

Qual a sua relação com o Meio Ambiente?

Sempre que pensamos em relação, pensamos em pessoas; mas as relações vão além dos relacionamentos humanos. Nós temos relações com os animais, com os materiais e com o meio ambiente.

Hoje, pensar nessas relações é tão importante quanto pensar nas relações humanas. Dependendo de como nos relacionamos com o mundo de forma geral, alteramos o nosso cotidiano e o nosso futuro nessa vida. Por isso, fico muito feliz quando vejo as ações de preservação e cuidados com os recursos naturais, principalmente das crianças.

Minha sobrinha de 10 anos, Giovana Bernardes, escreveu esse poema, que eu faço questão de dividir com todos vocês;

http://cardiine.blogspot.com/
Se a Natureza fosse Gente!

Se a natureza fosse gente,
Ela ia bater à sua porta e dizer:
_ Estou em perigo! Preciso de ajuda!
Mas, o que você iria fazer? Você iria escutá-la?

A Natureza é a nossa casa.
É também o lar de todos nós.
Se descuidarmos dela, o que será dos seres vivos?

Você gostaria que acontecesse o mesmo com você?
É, também acho que não é legal!

Por isso devemos cuidar dela.
Porque sem ela, não vivemos!

Cuide bem da Natureza!!!

E ai, qual a sua relação com a Natureza?




quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pai, Começa o Começo!

Um velho amigo, Anderson Zambonato, volta e meia, me envia um texto reflexivo e eu adoro dividir com os amigos. Segue abaixo um deles, bem interessante para quem gosta de pensar na importâncias das relações.

http://fundacoessanepar.blogspot.com/
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”.

O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras.

Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você. Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.

Autor: Desconhecido

Começar não é fácil, mas ter determinação para continuar descascando nossas tangerinas é mais difícil ainda. Permanecer firme na conquista de um objetivo exige muita motivação! Então, tenha fé!
 

domingo, 19 de junho de 2011

No dia seguinte!!!

http://estiloalternacena.blogspot.com/
Nada melhor do que o Dia Seguinte para refletir melhor a relação, pois no calor da emoção acabamos tomando decisões precipitadas, dizendo coisas "da boca pra fora" que não gostaríamos de dizer de verdade.

No Dia Seguinte a gente também se arrepende, do excesso de alcóol, do beijo não dado, da briga na hora errada, da cantada não dada ou mal dada, do jeito que falou ou do que não falou.

Muitas coisas não devemos deixar para o Dia Seguinte, a oportunidade de dizer eu te amo, de olhar nos olhos, de sorrir, de amar...

Tudo No Dia Seguinte parece diferente, o tempo transforma, torna tudo mais claro e assim fica mais fácil tomar uma decisão, terminar a relação ou dar uma nova chance a vida.

O que eu sei é que No Dia Seguinte a dor de cabeça sempre aparece depois de um porre, os amigos telefonam para saber se está tudo bem, a família ainda continua por perto, a lembraça daquele beijo é intensa, a vergonha de ter passado dos limites é maior do que imaginava...

No Dia Seguinte o que importa mesmo é continuar de onde parou, talvez até recomeçar, levantar a cabeça e dar a volta por cima!!!

Bom Dia Seguinte para todos!!! bjs

domingo, 12 de junho de 2011

Namorando...

Em pleno Dia dos Namorados, não poderia deixar de dar a minha opinião sobre esse assunto tão gostoso de discutir.

Com certeza cada casal tem o seu jeito de Namorar, mas algumas coisas se repetem em todas as relações.

O Primeiro Encontro
http://murall.com.br/
Não importa se foi programado ou se foi por acaso numa festa, mas o primeiro encontro é um momento mágico que nunca se esquece. É nele que o coração começa a reconhecer o outro de maneira especial.

O Olho no Olho
http://edllima.blogspot.com/
O olhar conta muitas coisas, é uma linguagem não verbal que os casais gostam de utilizar para mostrar amor, verdade, confiança. Quem olha nos olhos é seguro do relacionamento.

O Toque
http://amoresdatunisia.blogspot.com/
O toque é algo que demonstra a intimidade do casal, com o tempo na relação ambos conseguem identificar lugares no corpo do outro que se forem tocados provocam prazer.

As Brigas
http://www.blogers.com.br/
Claro que brigar não é prazeroso, nem é desejável pelos casais, mas ela pode provocar uma boa discussão da relação e no final, o "ficar de bem" é uma delícia. Então, há quem diga, que nada melhor que uma briguinha para dar um toque na relação.

Os Planos
http://sementes.cpweb0011.servidorwebfacil.com/
Por mais que a palavra casamento não surja nas discussões entre os namorados, principalmente quando estes são muito jovens ou estão no início da relação, os planos de ter uma família faz parte da vida da maioria das pessoas. Então, os casais começam a pensar em estabilidade financeira, casa, planos...

Como eu disse no início, cada casal tem seu estilo de namorar, uma coisa que eu acho muito gostosa no namoro é o SINCRONISMO, pensamos, desejamos e falamos ao mesmo tempo. Com certeza isso vem com o conhecimento do outro e com a vontade de estar fazendo o que o outro quer.

E para você, o que é mais gostoso no namoro?

Feliz Dia dos Namorados!!!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Amor à Primeira Vista?!?!

http://paraservirtuosa.blogspot.com/
Na enquete do mês de maio, questionei se as pessoas acreditam em amor a primeira vista. 15 pessoas participaram e 7 delas (46%) acreditam porque já viveram isso; 3 delas (20%) acreditam porque conhecem pessoas que já viveram um amor assim; 2 delas (13%) acreditam apesar de nunca terem vivido e nem conhecerem pessoas que viveram; 2 delas (13%) não acreditam apesar da pessoas dizerem que viveram; e 1 delas (6%) não acredita porque nunca aconteceu com ela.

Isso me mostra que a maioria das pessoas acreditam em Amor a Primeira Vista de alguma forma, mas será que ele é possível?

Acredito que sim, mas não sei se chamaria de Amor, quem sabe Paixão à Primeira Vista! Porque o Amor na sua forma "comum" me parece calmo, seguro, baseado na confiança, no conhecimento do outro, é construído com a convivência. Já o Amor/Paixão à Primeira Vista se apresenta puramente sensitível, químico, magnético, não é racional, não é lógico, é intuitivo, imaginário, fantasioso. É um sentimento baseado numa impressão que o outro nos passa, em algo que nos atrái demais, num conjunto do que queremos: beleza, cheiro, gestos, comportamentos. É como se o outro enviasse uma mensagem diretamente ao nosso coração: Eu sou o amor da sua vida! Geralmente ele acontece de maneiras e encontros inusitados, como se tudo conspirasse para esse sentimento.

Nem sempre esse Amor/Paixão à Primeira Vista é correspondido, mas quando acontece a sensação que se tem é de estar vivendo um "conto de fadas". Parece que a qualquer momento a fada madrinha lhe realizará o desejo de ficar com o outro para sempre. Mas, como todo "conto de fadas", até chegar ao grande "final feliz", muita coisa aparece pelo caminho, a princesa pode ser uma gata borralheira, o príncipe pode virar sapo, bruxas, madrastas, feitiços... não é nada fácil!!! Então, nesse turbilhão de emoções e acontecimentos o Amor/Paixão à Primeira Vista ou se tranforma em Amor de verdade, que perdoa, entende, aceita as diferenças, admira o outro como ele é; ou se transforma numa doente obsessão por uma "pessoa" que só existia na imaginação, no primeiro olhar, na primeira impressão; ou ainda se acaba da mesma maneira que iniciou, num "estalar de dedos".

Muitos de nós já viveu esse amor, talvez não demos a ele certo "valor", talvez não o percebemos como um Amor/Paixão à Primeira Vista porque não teve todo o "glamur", "estrelinhas", "suar das mãos", como muitos relatam ter acontecido. As vezes somos racionais demais para dar importância a um "bater diferenciado" do coração e então, não damos chance desse "amor" acontecer.

Muitos ainda irão viver isso e outros nunca saberão qual é a sensação, mas uma coisa é certa, a curiosidade dele ser possível vai fazer muitos ainda refletirem sobre ele!!!

E ai, Amor à Primeira Vista?!?!

Amor à Primeira Vistar - Jorge Aragão

  

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Amar é...

... curtir cada momento como se fosse o único e o último!!!

Cada pessoa percebe o que é AMAR de uma forma!


http://nanilatocheski.blogspot.com

http://www.casaconhecimento.com.br
http://alfarrabiodomeucoracao.blogspot.com
http://fabiolaegemada.blogspot.com
http://banquetedequimera.blogspot.com
http://dezinhaparaumameninacomumaflor.blogspot.com
http://jeanialima.blogspot.com
http://jacksonangelo.blogspot.com
http://cantinhoencantadodatiagi.blogspot.com
http://dezinhaparaumameninacomumaflor.blogspot.com
http://vivischiavetto.blogspot.com
http://manequim.abril.com.br
http://hridayamblogspostcom.blogspot.com
http://www.emule.com.br
http://www.fotolog.com.br
http://sentimentosamizadesamor.loveblog.com.br
http://sentimentosamizadesamor.loveblog.com.br
http://sentimentosamizadesamor.loveblog.com.br
E para você, AMAR É...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Comunicação Legal: Refletindo Sentimentos

Fonte: http://reconfessions.blogspot.com/
Treze formas erradas de comunicação entre pais e filhos é um dos textos mais populares do blog e gerou certa repercursão por tratar de forma abusiva um tema complexo para todos, sejam pais-mães ou filhos.

Então, como prometido, vamos discutir agora as formas corretas de se comunicar, iniciando com a Reflexão dos Sentimentos, de acordo com Maria Tereza Maldona em seu Livro: Comunicação entre Pais e Filhos.

A comunicação vai além do falar e ouvir, para compreender a mensagem exata que uma comunicação quer trazer, é necessário entender os sentimentos, observar o não verbal - a linguagem corporal, o tom de voz.

Refletir os sentimentos implica em ouvir as emoções das palavras ou das imagens, o que realmente a mensagem quer passar. Muitas vezes a pessoa diz que "está tudo bem" quando na verdade não está. Olhando nos olhos, vendo a expressão facial, o tom em que esse "está tudo bem" aconteceu, podemos perceber que não está tudo bem. Então, ao refletir os sentimentos, podemos dizer explicitamente ao outro o que percebemos e assim trazer confiança para que a comunicação continue.

Os principais efeitos que a reflexão de sentimentos tem são: criar um clima de confiança e liberdade de expressão, onde a pessoa sente-se verdadeiramente acolhida; aumentar o campo perceptual, ajudando o outro a entender e esclarecer o que se passa dentro de si; fazer a pessoa sentir-se genuinamente aceita, compreendida, respeitada; resolver núcleos emocionais que bloqueiam condutas adequadas; facilitar a aceitação de limitações e frustrações inevitáveis da realidade e de inúmeras situações que não podem ser mudadas; fazer a pessoa sentir que seus sentimentos são válidos e estão sendo devidamente considerados.

Mas, nem sempre a reflexão de sentimentos traz os resultados esperados e imediatos, o que acontece é que há experiências na vida de uma pessoa que evocam sentimentos muito intensos que só são dirigidos aos poucos.

O medo de ser indelicado, de trazer a tona sentimentos indesejáveis para quem está se comunicando, faz com que o ouvinte acabe evitando refletir os sentimentos e muitas vezes oferecendo falso apoio ou desviando o assunto. O que pode gerar um bloqueio na comunicação. Em outras oportunidades a pessoa que tentou se comunicar terá mais dificuldades em se expressar, dizer com clareza tudo que pensa e senti diante das situações. Os principais medos são: medo de que refletir sentimentos negativos ou perigosos faça com que esses sentimentos se agravem e a pessoa se sinta pior, em vez de aliviada e o medo de perder a autoridade se começar a transmitir compreensão.

O uso adequado da reflexão de sentimentos depende de algumas atitudes: acreditar que é saudável vivenciar, reconhecer, dar-nos conta e expressar para nós mesmos ou para os outros qualquer tipo de sentimento; ouvir, entender e aceitar os sentimentos expressos sem julgar, criticar, consolar ou ameaçar; estar genuinamente disponível para ouvir o que o outro tem a dizer; ter vontade de ajudar o outro a acreditar que ele tem capacidade de esclarecer ou de encontrar uma saída para sua situação; respeitar a individualidade e a autonomia do outro.

Nós todos somos capazes e já utilizamos a reflexão de sentimentos em muitas de nossas conversas, mas desenvolver essa habilidade dia após dia é muito importante para abrir um canal de comunicação eficaz entre pais e filhos.

Ouvir com o coração!!! Aí está o segredo!!!

Referência
MALDONADO, M. T. Comunicação entre Pais e Filhos: a linguagem do sentir. 19ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

sábado, 21 de maio de 2011

O Amar é Punk por Fernanda Mello

Hoje fui apresentada a Fernanda Mello, apresentada no sentido figurado, infelizmente não foi pessoalmente. Fernanda Mello para quem não conhece é uma Publicitária, Compositora e Escritora, seu Blog "Coração na Boca" já teve mais de 467.239 acessos desde 2008. Ela escreve sobre o amor e a vida de forma romântica e simples. O vídeo abaixo faz parte de uma série chamada Crônica Digitais que ela iniciou em Abril deste ano.

Confiram o vídeo, vale a pena!!! bjs



quinta-feira, 19 de maio de 2011

A Doença do Amor!

Fonte: http://www.imagensporfavor.com/
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?"


Como retrata Luís Vaz de Camões no poema acima, o Amor é o Equilíbrio entre o Bem e o Mal, o Bom e o Ruim, o Doce e o Amargo, o Quente e o Frio, a Felicidade e o Sofrimento, a Saúde e a Doença...EQUILÍBRIO!

Quando esse equilíbrio se quebra, o Amor deixa de ser um lindo sentimento e passa a ser uma terrível patologia, seja pela falta de Amor ou pelo seu excesso, na verdade tem a ver com a qualidade do Amor.

As vezes eu escuto as pessoas dizerem que preferem pecar pelo excesso do que pela falta zelo. Talvez dos males esse seja o menor, mais ainda assim é um mal, rs.

Neste texto pretendo refletir sobre o excesso de Amor, sobre a falta de equilíbrio que leva as pessoas a uma obsessão pelo ser amado, seja ele um filho(a), namorado(a)/marido(a), trabalho(a), animal de estimação...

O Amor Patológico é como um vício, a pessoa que o sente perde o controle da situação e quando percebe já está totalmente dependente do "objeto" de amor. Deixa de viver a própria vida para viver a do outro; torna o trabalho a própria vida. Então, o que antes era apenas um excesso de zelo passa a ser uma obsessão e inicia-se uma verdadeira maratona em defender, cuidar, verificar, acompanhar, guardar, manter... Chegando a sufocar o outro, a trocar a família pelo trabalho, a não sair de casa para não deixar o animal de estimação sozinho.

No início o chefe acha ótimo o comprometimento da pessoa pelo trabalho; o filho fica feliz por ver a mãe realizando todos as suas necessidade e os seus desejos; o(a) namorado(a) fica encantado com tanto amor... Mas, com o tempo, o amor é tão sem controle que a pessoa doente passa a viver fora da realidade, começa a imaginar demais, na insegurança de perder o "objeto" amado, a pessoa começa a ver "coisas" onde não existem. A mãe passa a prender o filho em casa porque a rua esta muito violenta; a mulher passa a seguir o marido dia e noite para verificar se ele não tem outra; o trabalhador passa esconder documentos, não divide conhecimento com medo de ser passado para trás.

Quando a pessoa que ama patologicamente percebe que o "objeto" amado está prestes a partir ou já partiu, a "loucura" aumenta, chegando, em alguns casos, a conseqüências drásticas, a pessoa acaba preferindo "acabar" com o "objeto" de amor, do que ficar sem ele. É só ler um jornal, assistir a TV, o tempo todo vemos uma história de amor que acabou em tragédia.

Qualquer um de nós podemos viver um amor patológico, mas ele costuma acometer aqueles mais inseguros, com pouca auto-confiança e baixa auto-estima, que viveram histórias onde o amor sempre foi um "problema", que tiveram maus exemplos, que já sofreram por amor. Mas, se vocês perceberem estar vivendo isso, saibam que esse tipo de Amor tem cura, através de grupos de apoio e psicoterapia, não deixem de pedir ajuda profissional, porque como no vício das drogas é difícil sair dessa sozinho.