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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Comunicação Legal: Refletindo Sentimentos

Fonte: http://reconfessions.blogspot.com/
Treze formas erradas de comunicação entre pais e filhos é um dos textos mais populares do blog e gerou certa repercursão por tratar de forma abusiva um tema complexo para todos, sejam pais-mães ou filhos.

Então, como prometido, vamos discutir agora as formas corretas de se comunicar, iniciando com a Reflexão dos Sentimentos, de acordo com Maria Tereza Maldona em seu Livro: Comunicação entre Pais e Filhos.

A comunicação vai além do falar e ouvir, para compreender a mensagem exata que uma comunicação quer trazer, é necessário entender os sentimentos, observar o não verbal - a linguagem corporal, o tom de voz.

Refletir os sentimentos implica em ouvir as emoções das palavras ou das imagens, o que realmente a mensagem quer passar. Muitas vezes a pessoa diz que "está tudo bem" quando na verdade não está. Olhando nos olhos, vendo a expressão facial, o tom em que esse "está tudo bem" aconteceu, podemos perceber que não está tudo bem. Então, ao refletir os sentimentos, podemos dizer explicitamente ao outro o que percebemos e assim trazer confiança para que a comunicação continue.

Os principais efeitos que a reflexão de sentimentos tem são: criar um clima de confiança e liberdade de expressão, onde a pessoa sente-se verdadeiramente acolhida; aumentar o campo perceptual, ajudando o outro a entender e esclarecer o que se passa dentro de si; fazer a pessoa sentir-se genuinamente aceita, compreendida, respeitada; resolver núcleos emocionais que bloqueiam condutas adequadas; facilitar a aceitação de limitações e frustrações inevitáveis da realidade e de inúmeras situações que não podem ser mudadas; fazer a pessoa sentir que seus sentimentos são válidos e estão sendo devidamente considerados.

Mas, nem sempre a reflexão de sentimentos traz os resultados esperados e imediatos, o que acontece é que há experiências na vida de uma pessoa que evocam sentimentos muito intensos que só são dirigidos aos poucos.

O medo de ser indelicado, de trazer a tona sentimentos indesejáveis para quem está se comunicando, faz com que o ouvinte acabe evitando refletir os sentimentos e muitas vezes oferecendo falso apoio ou desviando o assunto. O que pode gerar um bloqueio na comunicação. Em outras oportunidades a pessoa que tentou se comunicar terá mais dificuldades em se expressar, dizer com clareza tudo que pensa e senti diante das situações. Os principais medos são: medo de que refletir sentimentos negativos ou perigosos faça com que esses sentimentos se agravem e a pessoa se sinta pior, em vez de aliviada e o medo de perder a autoridade se começar a transmitir compreensão.

O uso adequado da reflexão de sentimentos depende de algumas atitudes: acreditar que é saudável vivenciar, reconhecer, dar-nos conta e expressar para nós mesmos ou para os outros qualquer tipo de sentimento; ouvir, entender e aceitar os sentimentos expressos sem julgar, criticar, consolar ou ameaçar; estar genuinamente disponível para ouvir o que o outro tem a dizer; ter vontade de ajudar o outro a acreditar que ele tem capacidade de esclarecer ou de encontrar uma saída para sua situação; respeitar a individualidade e a autonomia do outro.

Nós todos somos capazes e já utilizamos a reflexão de sentimentos em muitas de nossas conversas, mas desenvolver essa habilidade dia após dia é muito importante para abrir um canal de comunicação eficaz entre pais e filhos.

Ouvir com o coração!!! Aí está o segredo!!!

Referência
MALDONADO, M. T. Comunicação entre Pais e Filhos: a linguagem do sentir. 19ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

sábado, 21 de maio de 2011

O Amar é Punk por Fernanda Mello

Hoje fui apresentada a Fernanda Mello, apresentada no sentido figurado, infelizmente não foi pessoalmente. Fernanda Mello para quem não conhece é uma Publicitária, Compositora e Escritora, seu Blog "Coração na Boca" já teve mais de 467.239 acessos desde 2008. Ela escreve sobre o amor e a vida de forma romântica e simples. O vídeo abaixo faz parte de uma série chamada Crônica Digitais que ela iniciou em Abril deste ano.

Confiram o vídeo, vale a pena!!! bjs



quinta-feira, 19 de maio de 2011

A Doença do Amor!

Fonte: http://www.imagensporfavor.com/
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?"


Como retrata Luís Vaz de Camões no poema acima, o Amor é o Equilíbrio entre o Bem e o Mal, o Bom e o Ruim, o Doce e o Amargo, o Quente e o Frio, a Felicidade e o Sofrimento, a Saúde e a Doença...EQUILÍBRIO!

Quando esse equilíbrio se quebra, o Amor deixa de ser um lindo sentimento e passa a ser uma terrível patologia, seja pela falta de Amor ou pelo seu excesso, na verdade tem a ver com a qualidade do Amor.

As vezes eu escuto as pessoas dizerem que preferem pecar pelo excesso do que pela falta zelo. Talvez dos males esse seja o menor, mais ainda assim é um mal, rs.

Neste texto pretendo refletir sobre o excesso de Amor, sobre a falta de equilíbrio que leva as pessoas a uma obsessão pelo ser amado, seja ele um filho(a), namorado(a)/marido(a), trabalho(a), animal de estimação...

O Amor Patológico é como um vício, a pessoa que o sente perde o controle da situação e quando percebe já está totalmente dependente do "objeto" de amor. Deixa de viver a própria vida para viver a do outro; torna o trabalho a própria vida. Então, o que antes era apenas um excesso de zelo passa a ser uma obsessão e inicia-se uma verdadeira maratona em defender, cuidar, verificar, acompanhar, guardar, manter... Chegando a sufocar o outro, a trocar a família pelo trabalho, a não sair de casa para não deixar o animal de estimação sozinho.

No início o chefe acha ótimo o comprometimento da pessoa pelo trabalho; o filho fica feliz por ver a mãe realizando todos as suas necessidade e os seus desejos; o(a) namorado(a) fica encantado com tanto amor... Mas, com o tempo, o amor é tão sem controle que a pessoa doente passa a viver fora da realidade, começa a imaginar demais, na insegurança de perder o "objeto" amado, a pessoa começa a ver "coisas" onde não existem. A mãe passa a prender o filho em casa porque a rua esta muito violenta; a mulher passa a seguir o marido dia e noite para verificar se ele não tem outra; o trabalhador passa esconder documentos, não divide conhecimento com medo de ser passado para trás.

Quando a pessoa que ama patologicamente percebe que o "objeto" amado está prestes a partir ou já partiu, a "loucura" aumenta, chegando, em alguns casos, a conseqüências drásticas, a pessoa acaba preferindo "acabar" com o "objeto" de amor, do que ficar sem ele. É só ler um jornal, assistir a TV, o tempo todo vemos uma história de amor que acabou em tragédia.

Qualquer um de nós podemos viver um amor patológico, mas ele costuma acometer aqueles mais inseguros, com pouca auto-confiança e baixa auto-estima, que viveram histórias onde o amor sempre foi um "problema", que tiveram maus exemplos, que já sofreram por amor. Mas, se vocês perceberem estar vivendo isso, saibam que esse tipo de Amor tem cura, através de grupos de apoio e psicoterapia, não deixem de pedir ajuda profissional, porque como no vício das drogas é difícil sair dessa sozinho.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Fimes #3 - O Noivo da Minha Melhor Amiga

A comédia romântica, dirigida por Luke Greenfield, teve estreia no início do mês de maio. Conta a história de Rachel, uma jovem advogada de Manhattan. A moça sempre foi reconhecida por si mesma e seus amigos mais próximos como "a certinha" e "a boa moça", mas tudo isso muda subitamente em seu aniversário de 30 anos, durante a festa oferecida por sua melhor amiga, Darcy. Meio deprimida por chegar aos 30 sem o marido e os filhos que imaginava ter a essas alturas da vida, Rachel bebe demais e termina a noite na cama com Dex, seu grande amigo de faculdade e noivo de Darcy. E agora, após uma noite com o noivo da melhor amiga, Rachel acorda determinada a esquecer para sempre o fatídico encontro, mas acaba descobrindo que sempre amou Dex. E, apesar da amizade a Darcy, começa a perceber que ela não é exatamente o que se espera de uma melhor amiga.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Tricotando #4


Fonte: http://www.imagensporfavor.com/
As histórias de Mônica e Cebolinha sempre ilustram muito bem como as relações entre os homens e as mulheres enfrentam dificuldades desde a infância, rs...

Fica claro no quadrinho que para entender o comportamento do outro é preciso saber o que o motivou a agir de tal forma, a interpretação baseada nos nossos próprios desejos ou medos sempre geram más interpretações!!!

Boas relações a todos!!!

sábado, 7 de maio de 2011

Amor Incondicional


Fonte: http://terapiadoamor.org/
Aproveitando o Dia das Mães que será amanhã, resolvi discutir um tema que envolve o amor maternal, o AMOR INCONDICIONAL. Já ouvi várias opiniões a respeito desse amor, positivas e negativas. Então, vamos refletir nesse texto sobre as possibilidades de se viver um amor como esse!!!

Espiritualmente falando, o Amor Incondicional é o amor de Cristo por todos nós, um amor que vai além da compreensão humana, que coloca o objeto de amor a frente da sua própria vida. É um amor carregado de compaixão, compreensão, perdão, tolerância e desapego.

Para Psicologia o Amor Incondicional é aquele que supera qualquer condição imposta pelos outros, sociedade, cultura, tradição e valores; que aceita qualidades e defeitos, acertos e erros, tolera as diferenças e as escolhas realizadas pela pessoa amada. Seria o amor perfeito e mais difícil de ser vivido, porque coloca de lado o eu para priorizar o outro.

O Amor Incondicional, como a própria expressão já diz, tem como principal característica o não impor uma condição a pessoa amada, não tem cobranças... É um amor puro e de doação total. Por isso é tão difícil de ser compreendido e de se acreditar existir quem o tenha.

O Amor Maternal pode chegar a ser um amor Incondicional, porque as mães deixam de lado suas vontades para atender as necessidades de seus filhos, aceitam suas escolhas pessoais, profissionais e amoras; porque percebem as imperfeições, mas não se incomodam com elas, entre muitos outros atos autruistas.

Mas, tem quem diga que o Amor Incondicional é impossível, pois exige de quem o doa, anular sua vida, suas opiniões e valores. Deixar o outra fazer e desfazer. Que mesmo os pais não conseguem se doar tanto assim.

E você!!! Acredita que o Amor Incondicional é possível? Deixe sua opinião!!!

Referência