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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tricotando #3

Fonte: http://info-midias-digitais.blogspot.com/
Problemas no coração!

Na aula de Ciências, o professor pergunta ao aluno:

- O que se deve fazer quando alguém está sentindo dores no coração?

O aluno rapidamente responde:

- Deve-se apagar a luz!

O professor sem entender, questiona:

- Apagar a luz? Você ficou louco!

- Ora, professor, o senhor nunca ouvir dizer que o que os olhos não vêem o coração não sente!

Fonte: http://www.piadasonline.com.br/MostraPiadas.asp?Coracao

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Treze formas erradas de comunicação entre pais e filhos

Fonte: http://pt.wikinoticia.com/
Segundo Maria Tereza Maldonado, em seu livro Comunicação entre Pais e Filhos, existem treze forma insatisfatórias de comunicação na relação pais-filhos, como também em qualquer outra relação marido-mulher, professor-aluno, chefe-funcionário.

1. Dar Ordens – quando os pais ficam em cima da criança/adolescente dizendo o tempo todo o que fazer, pode provocar um desgaste, as ordens ficam cada vez menos eficazes e mais repetitivas. Além disso, o excesso de ordens pode causar resistência e rebeldia e neste contexto o relacionamento acaba se tornando uma luta pelo poder. “Dar ordens é como dar antibióticos: se utilizadas em doses adequadas quando necessário, surtem bons efeitos; quando usadas e abusadas, fazem mal e tornam a pessoa insensível a elas”.

2. Ameaçar – acontece quando a pessoa sente que está perdendo o controle da situação e quer mudar o comportamento considerado indesejável. Neste caso também ocorre o desgaste e a criança/adolescente tende a testar a ameaça para ver se ela realmente irá ser cumprida. Existe a ameaça de sofrer alguma privação ou a promessa de receber algo em troca diante de um comportamento desejado pelos pais. Ambas só fazem a criança agir por medo ou interesse e não porque entende que é o mais adequado, o melhor para a vida.

3. Dar Lição de Moral – é dado com o objetivo de orientar os filhos a um bom comportamento. É apresentada como uma lei máxima, que a criança/adolescente muitas vezes aceita como tal e depois quando não consegue realizar da forma como foi orientado, se sente inferiorizado, culpado, desajustado. “Os sermões estereotipados são mensagens ocas, que ensinam muito pouco porque provocam resistência e irritação: Entra por um ouvido e sai pelo outro”.

4. Dar Sugestões – vem da necessidade dos pais em orientar os filhos de acordo com o que acham importante para eles. E com isso acabam revelando na criança/adolescente uma descrença na sua capacidade de saber o que é bom para si. “Quando a criança sente a sugestão como intromissão e desrespeito à sua individualidade, tende a resistir e insistir em se opor para defender sua opinião”.

5. Persuadir – “é convencer o outro a mudar de idéia ou de comportamento por meio da argumentação lógica”. A persuasão pode ser eficaz em várias situações onde atinge a motivação, quando tem sentimentos fortes envolvidos, mas ela não favorece mudanças significativas, quando para a criança/adolescente é mais importante fazer o que é errado só para ser aceito por um grupo por exemplo.

6. Negar Percepções – para aliviar o sofrimento ou a dor do filho. Porém, o que acaba conseguindo é transmitir a incompreensão. A criança pode se magoar e procurar outra pessoa para entendê-la. Algumas crianças aproveitam dessa situação para conseguir dos pais o que querem. A longo prazo, o uso desta comunicação pode provocar dificuldade de discriminação e confusão. A criança acaba não compreendendo os sinais do seu próprio corpo e assim demorando para avisar um “problema” ou achando tudo um “problema”.

7. Consolar e Dar Falso Apoio – também para minimizar sofrimento e dor. Tenta-se reduzir a intensidade dos sentimentos dolorosos, como se isso fosse diminuir a própria culpa dos pais diante da dor da criança. Querem dar alívios a si mesmos. Na verdade, essa mensagem não consola e nem dá apoio verdadeiro, apenas bloqueia a comunicação, podendo provocar no filho sentimentos de incompreensão, afastamento e corte.

8. Distrair, Fugir do Problema – acredita-se que distraindo a criança, afastando-a do foco do problema, conseguirá aliviá-la, mas o sentimento continua existindo e a criança se vê obrigada a sufocá-lo. Assim, ela não expressa o que sente e portanto, não deixa de sentir, podendo até, intensificá-lo. Com o uso abusivo desta comunicação, a criança pode usar de fuga e distração como tática com seus familiares.

9. Criticar e Ofender – Critica-se, acusa-se ou julga-se os filhos, na esperança de modificar um comportamento ou sentimento. Porém, crianças/adolescentes “ficam revoltados quando são sistematicamente comparados com irmãos, amigos ou até mesmo com os próprios pais”. Quando a crítica é usada com excesso, diversos efeitos no desenvolvimento da personalidade e na construção do relacionamento podem ocorrer. As formas de comunicação utilizada com os filhos são rapidamente interiorizadas e utilizadas por eles. Um dos piores efeitos é prejudicar a construção da auto-imagem, o filho se vê de forma depreciativa, inferior.

10. Ridicularizar e Apelidar Depreciativamente – também faz efeitos catastróficos na auto-imagem. “Os apelidos depreciativos rotulam e catalogam determinadas características e atingem os pontos vulneráveis das pessoas, deixando-as abaladas por muito tempo”.

11. Elogiar – generaliza-se de forma indevida, pois ninguém pode ser exemplar, maravilhoso, bonzinho o tempo todo. Com o tempo, “a criança pode internalizar uma super exigência e uma autocrítica impiedosa”. A criança/adolescente pode se sentir culpado, como se tivesse que representar um papel falso, para não decepcionar o outro. Também pode acontecer do filho ter dificuldade de desenvolver a capacidade de auto-avaliação.

12. Fazer Perguntas – quando se faz perguntas em tom interrogativo, se expressa desconfiança. Parte-se do pressuposto de que o outro está sempre errado, gerando tensão, temor e fechamento como medida de proteção.

13. Enviar Mensagens Contraditórias – “provocam confusão e dificuldade de discriminação”.  Dizer para o filho fazer algo que os pais não fazem é o mesmo que não dizer. Todas as pessoas aprendem pelo exemplo mais do que pela orientação falado, então, se o exemplo não condizer com a ação, os filhos não farão o que os pais estão solicitando, orientando.

Referência
MALDONADO, M. T. Comunicação entre Pais e Filhos: a linguagem do sentir. 19ª ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

domingo, 17 de abril de 2011

Ligações Perigosas e Outras nem Tanto

Fonte: http://www.ciesma.com.br/
Bom, não é novidade para os amigos leitores e seguidores desse blog, que eu adoro Maria Helena Matarazzo com sua forma peculiar e sábia de falar sobre os Relacionamentos Amorosos. Neste post  quero dividir com vocês trechos de um capítulo do livro Amar é Preciso que fala de quatro formas de ligação amorosa no casamento, segundo Gilda Montoro (1987).

A Simbiose - um vínculo é chamado de simbiótico quando uma pessoa vive em função da outra. Você é tudo para mim e eu sou tudo para você. Forma-se aí uma totalidade, na qual existe um alto grau de trocas, e o nós predomina sobre o eu de cada um. As fronteiras do eu - onde eu começo e onde você acaba - não são muito claras. Há uma dissolução de um no outro. Se vivemos só em função do outro é como se o resto do mundo não existisse. O outro me preenche totalmente. Por isso, os terapeuta consideram esses vínculos simbióticos como doentios. Atualmente, as opiniões vêm mudando e muitos já não acreditam que a simbiose seja necessariamente patológica. São ligações raras, em que um alimenta o outro e os dois se sentem plenamente preenchidos.

Egoístas e Generosos - no amor, existem os que dão e os que tomam, pessoas que dão mais do que recebem e outras que recebem mais do que dão. Essas pessoas formam vínculos complementares. Uma precisa nutrir e alimentar o outro, porque assim se sente forte. E acaba encontrando alguém que viva esse papel complementar. Nessa relação, um dos dois é parasita. Está sempre sugando, mas nunca se sente totalmente feliz porque o que recebe é sempre visto como pouco. O outro comporta-se como um hospedeiro. Muitas vezes é o medo da rejeição e do abandono que motiva alguém se fixar no papel de provedor. Ou então essa pessoa precisa se sentir superior, forte e doadora para compensar sentimentos de inferioridade. Nesse caso, a manutenção ou o pseudocrescimento e desenvolvimento do parasitado, que, com o passar dos anos, pode vir a sentir, esgotado. Esse tipo de vínculo é muito comum.

O Esvaziamento Mútuo - aqui, os dois passam fome. São relações entre pessoas muito carentes, com uma história de privações emocionais, que esperam que o outro seja capaz de satisfazê-las, nutri-las e compensá-las por todas as suas perdas. A pessoa carente tem expectativas muito altas sobre o que o outro possa lhe dar e isso leva a uma extrema dependência. Eu tenho enormes vazios dentro de mim e escolho você como o meu salvador, alguém que vai compensar todos os danos que a vida me causou. Assim, espero que você ponha o alimento na minha boca sem que eu precise plantar e colher. As pessoas com carências graves têm normalmente uma auto-imagem muito negativa, julgam-se incapazes de mudar ou de fazer as coisas serem diferentes. Tendem a se decepcionar facilmente com tudo e com todos. Projetam no outro a intenção consciente de não querer satisfazê-las. Em consequência, alimentam fortes sentimentos de raiva, tão grandes quanto os que tiveram na infância ao não serem atendidas em suas fomes. Revidam, então, na mesma moeda: "Já que você não me dá o que quero, não vou também te satisfazer". Esse círculo vicioso de ressentimentos acaba contaminando a relação e provocando sentimentos ambivalentes, em que amor e ódio estão sempre entremeados.

Crescimento a Dois - nos embates da vida, desenvolvemos ora um, ora outros dos diferentes componentes da nossa personalidade - o emocional, o intelectual, o físico, o sexual, o espiritual. O resultado é que sempre sobra um lado capenga. Dificilmente eles passam despercebidos numa relação. Os desafios da vida cotidiana os expõem. Nossos parceiros em geral sofrem junto conosco os efeitos de nossos lados capengas. E podem nos ajudar a enfrentá-los. Também somos espectadores previlegiados das "capenguices" dos nossos amantes. Podemos usá-las contra ou a favor da relação. Mas se os dois se realimentam na vida. Um alimenta o outro e os dois se realimentam na vida. Aprendem um com o outro, enfrentando o desafio constante que existe em todo casamento.

E aí, identificou sua forma de ligação amorosa? Comente! Até mais!

Referência
MATARAZZO, M. H. Amar é Preciso: os caminhos para a vida a dois. São Paulo: Editora Gente, 1992.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Para que serve o amor?

O amor é tema central das relações, sejam elas amigáveis, de trabalho, amorosa e fraternal. Sem o amor fica difícil enfrentar as dificuldades das relações, como também se torna "burrice" discutí-las.

O vídeo abaixo apresenta de forma divertida e ao mesmo tempo doce uma bela e complicada relação de amor. Assitam!!!


E aí, para que serve o amor?

Comentem!!! bjs

terça-feira, 5 de abril de 2011

Livro #1

Fonte: http://www.portaldaadocao.com.br/
Sem Padecer no Paraíso: em defesa dos pais ou sobre a tirania dos Filhos

TÂNIA ZAGURY discute os principais problemas que envolve a educação dos filhos na sociedade moderna, quando toda uma geração de pais foi influenciada por uma visão excessivamente psicologizante. As ambiguidades, as diferenças entre as regras estabelecidas pelos teóricos e o que acontece na realidade são o tema deste livro, que também critica a tirania de alguns especialistas que contribuiram para disseminação de um dos maiores males da educação moderna - o chamado "psicologismo".

Fundamentado em uma vasta teoria de campo, o livro tem como objetivo principal orientar os pais no sentido de adotar uma visão mais crítica em relação aos conhecimentos que adquirem sobre educação infantil, evitando se submeterem a modismos pedagógicos e psicológicos que nem sempre conduzem à criação de cidadãos participativos, conscientes e humanos.

Os tópicos abordam a necessidade de autoridade dos pais e a importância de se construir uma relação baseada na autenticidade e na democracia, tanto para as crianças quanto para os pais.

Recomendadíssimo!!! bjs

Você pode encontrar esse livro em: