Olá, amigos, quanto tempo! Desculpem sumir, mas em cada momento da vida damos mais atenção a uma coisa do que a outra, não é? E neste, o blog não tem sido meu foco principal. Mas, continua sendo uma das minhas paixões e podem ter certeza, mesmo que sem muita frequência, continuarei dividindo aqui minhas opiniões, ideias e opiniões e ideias de outros que acredito valer a pena defender.
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Para Frakl, o homem sempre será livre para escolher que atitude tomar diante da vida, por mais dura que ela seja, por mais difícil que ela se apresente, ainda assim, ele continuará sendo responsável por cada gesto, passo, ação, palavra que resolver realizar. Cada escolha implicará um caminho diferente e com consequências diferentes. Uma pessoa pode ter nascido cega, não escolheu ser assim (condição imposta), mas como vai viver com essa cegueira, se vai ficar em casa sendo cuidada e dependendo totalmente do outro, ou se vai aprender a lidar com sua dificuldade se tornando cada dia menos dependente, depederá de sua escolha, de sua vontade de ser mais do que uma vitima das circunstâncias.
Cada um é um, único e irreptível, como aborda Frankl, portanto veremos muitas e muitas formas de responder a mesma situação de vida, formas positivas, negativas e até indiferentes. Dizer qual a melhor delas é um pouco complicado, mas a melhor sempre será aquela que faz bem a você, as suas espectativas de vida, sem receitas; mas uma coisa é certa, o que você quer e o que faz diante disso é que vai gerar resultados. Sonhos e realizações, andam juntos, um completam o outro.
Para ilustrar, abaixo uma metáfora que o amigo querido Anderson Zambonato me enviou essa semana:
ONDE VOCÊ COLOCA O SAL ?
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
-'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.
-'Ruim' - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
-'Beba um pouco dessa água'.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
-'Qual é o gosto?'
-'Bom!' disse o rapaz.
-'Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.
-'Não' disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-'A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.'
(Autor Desconhecido)
Beijos...

Referência:
FRANKL, Viktor E. Psicoterapia e Sentido da Vida: Fundamentos da Logoterapia e Análise Existêncial. 3ª Edição. Editora Quadrante: São Paulo, 1989.